Domine a anatomia articular do joelho e ombro — são os exames mais frequentes. Estude cortes anatômicos na RM até identificar cada estrutura com segurança.
Na avaliação de fraturas, sempre descreva: localização exata, traço (transverso, oblíquo, espiral), desvio, alinhamento e envolvimento articular.
Aprenda a avaliar a medula óssea na RM — edema medular (hiperintensidade em STIR/T2 com saturação de gordura) é frequentemente a pista para fraturas ocultas e lesões de estresse.
Desenvolva vocabulário padronizado para lesões de tendão: tendinopatia (espessamento com sinal alterado), rotura parcial (descontinuidade focal) e rotura completa (gap tendíneo).
Na avaliação de tumores ósseos, a radiografia é sempre o primeiro exame a ser analisado. Idade do paciente + localização + padrão radiográfico orientam o diagnóstico diferencial.
Aprenda a diferenciar artefatos de lesões reais na RM de articulações — o artefato de ângulo mágico simula tendinopatia em sequências com TE curto.
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O radiologista fala os achados como pensa; a plataforma organiza estrutura, pontuação e revisão.
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