Domine a anatomia arterial e venosa — conheça os nomes, trajetos e relações anatômicas de todas as artérias e veias principais. Variantes anatômicas são frequentes e clinicamente relevantes.
No Doppler de carótidas, aprenda a medir velocidade de pico sistólico (VPS), velocidade diastólica final (VDF) e razão CCI/ACC. Os critérios do SRU (Society of Radiologists in Ultrasound) são o padrão.
Para Doppler venoso de membros inferiores, a técnica de compressão é fundamental. Veia incompressível = TVP. Avalie desde a veia femoral comum até as veias da panturrilha.
Na angio-TC de aorta, sempre meça: diâmetros máximos (axiais perpendiculares ao eixo do vaso, não oblíquos), extensão, relação com ramos viscerais e ilíacas. Esses dados são essenciais para planejamento cirúrgico.
Aprenda a diferenciar dissecção aórtica aguda (flap intimal, hematoma intramural) de crônica (calcificação do flap, trombose do falso lúmen). A conduta é completamente diferente.
O Doppler é operador-dependente — prática é essencial. Dedique tempo à calibração de escala, ângulo de insonação (<60°) e ajuste de filtro para obter espectros de qualidade.
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